Stephen J. Culver, Peter F. Rawson, "Biotic Response to Global Change: The Last 145 Million Years"Publisher: Cambridge University Press 2000-07-24 516 Pages ISBN: 0521663040 PDF 20 MBsegunda-feira, 24 de agosto de 2009
Biotic Response to Global Change: The Last 145 Million Years
Stephen J. Culver, Peter F. Rawson, "Biotic Response to Global Change: The Last 145 Million Years"Publisher: Cambridge University Press 2000-07-24 516 Pages ISBN: 0521663040 PDF 20 MBApplied Clay Mineralogy, Volume 2

Deep-Water Sedimentation in the Alpine Basie of SE France

sábado, 22 de agosto de 2009
Major Impacts and Plate Tectonics

quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Time Effects in Rock Mechanics (Materials Modelling & computation) by N. D. Cristescu and U. Hunsche

Sedimentology Review 1 (International Association Of Sedimentologists Series) (No. 1)

Studies of Cave Sediments

domingo, 16 de agosto de 2009
Círculo de Fogo

Sinopse
É espectacular olhar para o grande círculo de vulcões e atividades sísmicas que toca o Oceano Pacífico. Testemunhe o nascimento de um novo vulcão no Chile, o famigerado Monte St. Helens que entrou em erupção no ano de 1980. Vamos levar vocês em uma viagem selvagem, através do centro da Terra, para ver como que o processo das forças geológicas provocam uma erupção vulcânica ou terremoto. E para encerrar teremos os resultados devastadores dessas forças, através das cenas do terramoto de 1989 que abalaram a cidade de San Francisco.
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O Mundo nas Sombras

Este é um filme que requer uma tomada de posição. Ele alerta para o fato de que podemos ter subestimado a velocidade em que o nosso clima está mudando. Em essência, trata de um fenômeno letal relativamente novo que muitos cientistas até recentemente se recusavam a acreditar que existia, mas que pode ter levado milhões de pessoas à morte por inanição: aquilo que tem sido chamado de escurecimento global.
Asteróides: Impacto Final

Sinopse
Cada ano, milhões destas ' balas dispersas os céus, e toneladas de meteoritos pequenos golpeiam nosso planeta todos os dias!.Há 65 milhão anos atrás, os dinossauros foram aniquilados da terra.Os cientistas acreditam que o impacto de um asteróide com uma milha causaria total destruição do nosso planeta. Junto com o Eugene Shoemaker extraordinário geólogo e a sua esposa Carolyn com sua equipe encontraram algo extraordinário,um presságio de um outro tipo de Big Bang!?Era o cometa Shoemaker - Levy 9 que se chocaria com Júpiter meses mais tarde e causaram uma espetacular devastação, Juntos também mapearam os céus e descobriram de mais de 30 cometas e centenas dos asteróides. Agora que nós sabemos o que está lá fora, como podemos nos defender? Essas coisas têm atingido a Terra no passado.E atingirão a Terra no futuro, produzirão uma catástrofe que excede todos os outros desastres naturais conhecidos.Agora que os Cientistas presenciaram o impacto em Júpiter eles estão certos que poderá ocorrer um impacto na terra, só precisamos saber quando, mas somente 10 % do Céu foi mapeado e os outros 90%?Uns Dos Melhores Documentários Sobre impacto de asteróides lançados.
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Legendas: Português
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Part. 01
Part. 02
Part. 03
Part. 04
Maravilhas da Natureza - A História do Mundo
América Pré-Histórica

Planeta Terra: O Futuro

Superplumes
Geology
Earth's Oldest Rocks

Isotope Geology

quinta-feira, 13 de agosto de 2009
This Dynamic Earth : The Story of Plate Tectonics

The Ore Minerals Under the Microscope: An Optical Guide
Introduction to Mineral Exploration

quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Geology and Geomorphology of Holocene Coastal Barriers of Brazil

Mirror1
Geological Atlas of Africa: With Notes on Stratigraphy, Tectonics, Economic Geology, Geohazards and Geosites of Each Country

BitRoad
Electron Microprobe Analysis and Scanning Electron Microscopy in Geology

The favourable reception given to the first (1996) edition of this book suggests that the joint treatment of electron microprobe analysis (EMPA) and scanning electron microscopy (SEM) with a specifically geological slant has been found to serve a useful purpose. It was therefore decided to proceed with this second, revised and updated, edition. The inclusion of both EMPA and SEM can be justified on the grounds that the instruments share much in common and their functions overlap: SEMs fitted with X-ray spectrometers are often used in analytical mode, while EMP instruments, though designed primarily for analysis, also have imaging functions similar to those of the SEM.
”
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Geology in Petroleum Production

terça-feira, 11 de agosto de 2009
Earth as an Evolving Planetary System

Megauploading
The Earth and the Moon

Key to The Future: The History of Earth Science

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Sedimentology and Stratigraphy, 2nd edition

Wiley-Blackwell 2009-06-02 ISBN: 1405135921 432 pages PDF 13 MB
The Handy Geology Answer Book

2004-02-01 PDF 512 pages 37 Mb
domingo, 26 de julho de 2009
A ORIGEM DOS CONTINENTES

foto link: www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?...
A ORIGEM DOS CONTINENTES
* - Existem varias teorias sobre a formação dos continentes, duas são mais aceitas e recentes;
1- a primeira teoria diz que os continentes foram formados pela diferenciação química da terra e depois eles foram trabalhados (aquecidos, derretidos, recristalizados, deformados e erodidos). Se encontra-se esses processos em muitas partes dos continentes e nas raízes das montanhas antigas. Segundo esta teoria, ela pregava que os continentes tinham o mesmo volume do atual, porem Sr Hilgenberg em 1933 atualizou e ajustou esta teoria pregando que a terra que era de tamanho menor envolta numa couraça continental única, com o passar dos tempos se expandiu resultando no fraturamento de sua crosta original. Estas fraturas foram sendo cheias por um material fundido do manto da terra, recriando uma nova crosta, mais fina..
2 - outra teoria e a de Moorbath, apoiado em outras pesquisas, prega que o volume e a extensão dos continentes antigos eram relativamente pequenos, e eles cresceram ao longo do tempo geológicos por diferenciação química irreversível da parte superior do manto. O material diferenciado estaria constantemente aumentando nas bordas dos continentes. O processo seria homologo ao que hoje ocorre ao longo da crosta ocidental das América, onde o continente esta se movendo a oeste sobre a densa crosta do pacifico. A crosta oceânica vai submergindo nas zonas de subduccao e ao derreter-se formam rochas calco-alcalinas, mais leves que vão alimentar os vulcões da crosta ocidental das América, as quais fazem aumentar os continentes..
Depois do episódio de grande atividade formadora dos continentes, que deveria ter sido há uns 600 milhões de anos, estes teriam ficado com o volume e a área semelhantes a atual e formariam um único supercontinente pangea, o dois supercontinentes, gondwana e laurasia. A configuração atual dos continentes se da a cerca de 220 milhões de anos com fenômenos de tectonismo sobre a deriva continental
ARQUEANO
* - Se você pudesse viajar no tempo para visitar a terra durante o Arqueano, você provavelmente não a reconheceria.
A atmosfera era muito diferente daquela que nos respiramos hoje, ela era composta de metano, amônia e outros gases que seriam tóxicos a maioria da vida em nosso planeta hoje. Também nessa era, a crosta da terra esfriou e as rochas e placas continentais começaram a se formar. Durante o Arqueano que a vida apareceu primeiramente no mundo. Nossos fosseis mais antigos datam de aproximadamente de 3,5 milhões de anos e são constituídos de microfosseis e bactérias. A ilustração acima é estramatolitos, colônias que foram encontradas com fosseis na África do Sul e na Austrália ocidental. Os estramotolitos foram abundantes em todo Arqueano e não são comuns hoje. Coacervados e Caldo Nutritivos são moléculas orgânicas que formavam os caldos e ao se agruparem formaram coacervados e deles os seres vivos. Atmosfera de Gás Carbônico são atmosfera ao qual se desenvolveu os primeiros seres vivos ate os primeiros procariontes.
- O Arqueano inclui mais da metade de tempo da existência da terra. Suas rochas mais antigas são encontradas em alguns continentes. No começo o vapor de água da atmosfera inicial, começou a condensar nas depressões da superfície formando lagos e mares. (na verdade estas chuvas eram pastosas e pesadas carregas de nutrientes químicos, completamente diferentes das chuvas atuais) tem se assim a erosão, pois antes desse período a terra estava ainda em formação e o seu calor não permitia que a água da chuva chegasse a superfície da crosta incandescente. O estudo dos terrenos do em basamento foram mais aprofundados na América do Norte e na Escandinávia. A distribuição geográfica dos principais escudos e a seguinte:
I - Fino-Escandinavo
II - Siberiano
III - Canadense ou Laurentides
IV - Sul-Africano ou Proto-Afrides
V - Guiano ou Orinocoano
VI - Brasileiro ou Brasília
VII - Patagonico
As rochas mais características desse período são: granitos, dioritos, gnaisses basaltos, riolitos, gabros, calcários e grafitas. No decorrer do Arqueano os terrenos do embasamento foram perturbados pelas revoluções laurenciana e algomaniana. Tem-se que a mais antiga seja a Brasílica, ocorrida no Brasil. Os terrenos arqueanos afloram em 1/3 do território, constituindo os seguintes escudos:
I - Escudo das Guianas
II - Escudo Boreo-Brasilia
III - Escudo Austro-Brasilia
IV - Pequenos Núcleos
A ) Gurupi
B ) Bolivio-Mato-grossense
C ) Goiano-Mato-grossense
D ) Sul-Rio-grandense
Do ponto de vista da geologia econômica encontramos alguns afloramentos de cristal de rocha, pedras coradas, grafita, ouro, calcário, hilmenita, torio, columbita, mica, manganês e monazita. Não podemos também esquecer o valor das rochas arqueanas com material de construção e para estatuária.
PROTEROZÓICO
* - É o período da historia da terra que começou a 2,5 bilhões de anos e terminou a 544 milhões de anos. Muitos dos eventos da historia da terra e da vida ocorreram durante o proterozóico, os continentes se estabilizaram, os primeiros fosseis abundantes de organismos unicelulares surgiram nesta época. No proterozóico médio veio a primeira evidencia de oxigênio surgindo a partir de seres fotossintetizantes para atmosfera substituindo o gás carbônico que apartir dai surgem os eucariontes e seres superiores multicelulares. As bactérias não se adaptam ao novo ambiente e foram extintas, por isso no proterozóico e observado a primeira grande extinção .
Compreende terrenos que estão logo acima do arqueano. Do ponto de vista paleogeografico e difícil estabelecer exatamente os contornos dos antigos terrenos proterozóicos. Estes foram arrasados restando somente as camadas mais resistentes ou as que estavam encaixadas em rochas arqueanas. O proterozóico tem grande importância econômica no Brasil devido à riqueza mineral que encerra nos seus terrenos, tais como ferro, ouro, manganês, níquel, chumbo, prata, diamante. As jazidas de ferro em minas, de manganês na serra do Navio, no Amapá e Urucum no Mato Grosso.
No mundo existem localidades com sedimentos do proterozóico, como no monte de ediacara onde em 1946 na Austrália onde fosseis de animais mais antigos foram descobertos. Escala de Nopah - a rocha sedimentar mais antiga de 1,5 bilhões de anos no Sul da Califórnia com alguns depósitos mais recentes ricos em estromatolitos.
A primeira poluição global sua crise se deu na terra aproximadamente 2,2 bilhões de anos. Em diversas partes do mundo encontramos evidencias da presença de óxidos do ferro em paleossolos (solo primitivo), onde ocorrem camadas vermelhas que contem óxidos de ferro, apontando um aumento razoavelmente rápido nos níveis do oxigênio. O oxigênio no arqueano era menos de 1% dos níveis atuais, mais aproximadamente 1,8 bilhões de anos, os níveis de oxigênio era aproximadamente 10% dos atuais e pode parecer estranho chamar isto de crise ou poluição, mas o oxigênio e um poderoso destruidor de compostos orgânicos, pois muitas bactérias foram destruídas pelo oxigênio. Os organismos tiveram que desenvolver métodos bioquímicos para reter o oxigênio, um destes métodos foi à respiração aeróbica ou impulsionadas por músculos.
Bibliografia - Historia Ecológica Da Terra - Maria Lea S. Labouriau
Dicionário geológico geomorfologico - Antônio Teixeira Guerra
Revista National Geographic
TEORIA DA TECTÔNICA DE PLACAS

Foto:marlivieira.blogspot.com/2009/05/teoria-da-de...
Em 1620 o inglês Sir Francis Bacon registrava similaridade entre o contorno litorâneo da África ocidental e do leste da América do Sul. Em meados do século XIX surgia a tese de que os dois continentes possuíam um passado comum. O alemão Alfred Wegener formulou, em 1912, a Teoria da Deriva Continental, baseando-se em algumas evidências fósseis e semelhança entre as estruturas de relevo. Ele postulou a unidade das massas continentais no passado (Pangéia), que teriam depois se fragmentado e afastado umas das outras, conformando os continentes e bacias oceânicas atuais.
A genialidade da intuição de Wegener decorre da ausência de meios científicos, na sua época, para a validação da idéia da deriva dos continentes. Entretanto, justamente esse fato transformou-o, por muito tempo, num incompreendido. A ausência de um mecanismo aceitável para justificar o movimento de massas continentais “sufocando” assoalhos oceânicos condenou a nova teoria à marginalidade. O arcabouço científico para a Teoria da Deriva Continental só iria se desenvolver muito mais tarde. O estudo detalhado do fundo dos oceanos, iniciando com o uso do sonar na Segunda Guerra Mundial e intensamente desenvolvido nas últimas décadas, finalmente forneceu uma explicação plausível para a “migração” das massas continentais (Magnoli e Araújo, 1997).
A Terra está dividida em placas relativamente finas (podendo ou não conter continentes), cada qual comportando-se como uma unidade mais ou menos rígida, que movimenta-se uma em relação à outra. Sabe-se hoje em dia que os continentes se movem. Acredita-se que há muitos milhões de anos, todos estavam unidos em um único e gigantesco continente chamado PANGÉIA. Este teria se dividido em fragmentos, que são os continentes atuais. Foi o curioso encaixe de quebra- cabeça entre a costa leste do Brasil e a costa oeste da África que deu origem a esta teoria, chamada de DERIVA CONTINENTAL.
Fonte: Apostila da Universidade do Rio de Janeiro. Prof. Luiz Carlos Bertolino, 2005
Constituição Interna da Terra
Medições geoquímicas elementares da massa, volume e momento de inércia da Terra indicam que a densidade de seus materiais cresce de fora para dentro, alcançando um valor da ordem de 13 g/cm perto do centro. As velocidades das ondas sísmicas dão-nos uma idéia detalhada quanto à distribuição dos materiais no interior. Assim haveria uma crosta com uma espessura média de 35 km sob os continentes e 7 km sob os oceanos; um manto que se estende à metade da distância até o centro; um núcleo líquido ocupando cerca de dois terços
Fonte: Apostila da Universidade do Rio de Janeiro. Prof. Luiz Carlos Bertolino, 2005
Origem da Terra

força da gravidade, os elementos químicos mais pesados como o ferro e o níquel, concentraram-se no seu centro enquanto os mais leves, como o silício, o alumínio e os gases, permaneceram na superfície. Estes gases foram, em seguida, varridos da superfície do planeta por ventos solares.
Assim, foram separando-se camadas com propriedades químicas e físicas distintas no interior do Globo Terrestre. Há cerca de 4,4 a 4,0 bilhões de anos, formou-se o NÚCLEO - constituído principalmente por ferro e níquel no estado sólido, com raio de 3.700 km. Em torno do núcleo, formou-se uma camada - o MANTO – que possui 2.900 km de espessura, constituída de material em estado pastoso, com composição predominante de silício e magnésio. Em torno de 4 bilhões de anos atrás, gases do manto separam-se, formando uma camada de ar ao redor da Terra - a ATMOSFERA. Finalmente, há aproximadamente 3,7 bilhões de anos, solidificou-se uma fina camada de rochas - a CROSTA. A crosta não é igual em todos os lugares. Debaixo dos oceanos, ela tem mais ou menos 7 km de espessura e é constituída por rochas de composição semelhante à do manto.
Fonte: Apostila da Universidade do Rio de Janeiro. Prof. Luiz Carlos Bertolino, 2005
domingo, 12 de julho de 2009
Download - Documentário: Planeta Terra - O Futuro Legendado
Sinopse
Esta série de três episódios apresenta especialistas discutindo as questões ambientais e de conservação, e questiona quanto do mundo revelado em “Planeta Terra” voltará a ser visto. Com contribuições de eminentes cientistas, teólogos e conservacionistas, incluindo Jonathan Porritt, E.O. Wilson, Tony Juniper, Sir David Attenborough e o Arcebispo da Cantuária, a série analisa a crise ambiental do planeta e examina quais poderão ser as soluções, caso existam.
Uma Verdade Inconveniente
THC - O Universo-Coleção Completa - 14 Episódios

Episódio 01 : Além do Big Bang
Episódio 02 : Segredos do Sol
Episódio 03 : Marte, O Planeta Vermelho
Episódio 04 : A Lua
Episódio 05 : Mercúrio e Vênus, Os Planetas Interiores
Episódio 06 : Júpiter, O Planeta Gigante
Episódio 07 : Vida e Morte de uma Estrela
Episódio 08 : Espaçonave Terra
Episódio 09 : Saturno, O Senhor dos Anéis
Episódio 10 : Os Planetas Exteriores
Episódio 11 : Fim da Terra
Episódio 12 : Galáxias Distantes
Episódio 13 : Os Lugares mais Perigosos do Universo
Episódio 14 : A Procura pelo ET
Tamanho do Arquivo: 350 MB/Episódio
Qualidade do Vídeo: DVDRipIdioma do Áudio: Português ( dublado )
Download – Abalos Terrestres: A Vingança do Vulcão

domingo, 5 de julho de 2009
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domingo, 21 de junho de 2009
Geologia Geral
Todos os materiais e ilustrações aqui apresentados são para fins não comerciais, e têm como objectivo, esclarecer alunos e professores de algumas dúvidas sobre o tema abordado.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Tsunami, O Segredo das Ondas Gigantes

terça-feira, 16 de junho de 2009
Download BBC The Blue Planet Legendado-documentarios
Discovery Chanell - Tudo Sobre Vulcões - DVDRip[ Rmvb ]- Dublado

Download:
BBC Planet Earth
BBC - Mundos Perdidos, Vidas Desaparecidas











