
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
This Dynamic Earth : The Story of Plate Tectonics

The Ore Minerals Under the Microscope: An Optical Guide
Introduction to Mineral Exploration

quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Geology and Geomorphology of Holocene Coastal Barriers of Brazil

Mirror1
Geological Atlas of Africa: With Notes on Stratigraphy, Tectonics, Economic Geology, Geohazards and Geosites of Each Country

BitRoad
Electron Microprobe Analysis and Scanning Electron Microscopy in Geology

The favourable reception given to the first (1996) edition of this book suggests that the joint treatment of electron microprobe analysis (EMPA) and scanning electron microscopy (SEM) with a specifically geological slant has been found to serve a useful purpose. It was therefore decided to proceed with this second, revised and updated, edition. The inclusion of both EMPA and SEM can be justified on the grounds that the instruments share much in common and their functions overlap: SEMs fitted with X-ray spectrometers are often used in analytical mode, while EMP instruments, though designed primarily for analysis, also have imaging functions similar to those of the SEM.
”
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Geology in Petroleum Production

terça-feira, 11 de agosto de 2009
Earth as an Evolving Planetary System

Megauploading
The Earth and the Moon

Key to The Future: The History of Earth Science

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Sedimentology and Stratigraphy, 2nd edition

Wiley-Blackwell 2009-06-02 ISBN: 1405135921 432 pages PDF 13 MB
The Handy Geology Answer Book

2004-02-01 PDF 512 pages 37 Mb
domingo, 26 de julho de 2009
A ORIGEM DOS CONTINENTES

foto link: www.mundofisico.joinville.udesc.br/index.php?...
A ORIGEM DOS CONTINENTES
* - Existem varias teorias sobre a formação dos continentes, duas são mais aceitas e recentes;
1- a primeira teoria diz que os continentes foram formados pela diferenciação química da terra e depois eles foram trabalhados (aquecidos, derretidos, recristalizados, deformados e erodidos). Se encontra-se esses processos em muitas partes dos continentes e nas raízes das montanhas antigas. Segundo esta teoria, ela pregava que os continentes tinham o mesmo volume do atual, porem Sr Hilgenberg em 1933 atualizou e ajustou esta teoria pregando que a terra que era de tamanho menor envolta numa couraça continental única, com o passar dos tempos se expandiu resultando no fraturamento de sua crosta original. Estas fraturas foram sendo cheias por um material fundido do manto da terra, recriando uma nova crosta, mais fina..
2 - outra teoria e a de Moorbath, apoiado em outras pesquisas, prega que o volume e a extensão dos continentes antigos eram relativamente pequenos, e eles cresceram ao longo do tempo geológicos por diferenciação química irreversível da parte superior do manto. O material diferenciado estaria constantemente aumentando nas bordas dos continentes. O processo seria homologo ao que hoje ocorre ao longo da crosta ocidental das América, onde o continente esta se movendo a oeste sobre a densa crosta do pacifico. A crosta oceânica vai submergindo nas zonas de subduccao e ao derreter-se formam rochas calco-alcalinas, mais leves que vão alimentar os vulcões da crosta ocidental das América, as quais fazem aumentar os continentes..
Depois do episódio de grande atividade formadora dos continentes, que deveria ter sido há uns 600 milhões de anos, estes teriam ficado com o volume e a área semelhantes a atual e formariam um único supercontinente pangea, o dois supercontinentes, gondwana e laurasia. A configuração atual dos continentes se da a cerca de 220 milhões de anos com fenômenos de tectonismo sobre a deriva continental
ARQUEANO
* - Se você pudesse viajar no tempo para visitar a terra durante o Arqueano, você provavelmente não a reconheceria.
A atmosfera era muito diferente daquela que nos respiramos hoje, ela era composta de metano, amônia e outros gases que seriam tóxicos a maioria da vida em nosso planeta hoje. Também nessa era, a crosta da terra esfriou e as rochas e placas continentais começaram a se formar. Durante o Arqueano que a vida apareceu primeiramente no mundo. Nossos fosseis mais antigos datam de aproximadamente de 3,5 milhões de anos e são constituídos de microfosseis e bactérias. A ilustração acima é estramatolitos, colônias que foram encontradas com fosseis na África do Sul e na Austrália ocidental. Os estramotolitos foram abundantes em todo Arqueano e não são comuns hoje. Coacervados e Caldo Nutritivos são moléculas orgânicas que formavam os caldos e ao se agruparem formaram coacervados e deles os seres vivos. Atmosfera de Gás Carbônico são atmosfera ao qual se desenvolveu os primeiros seres vivos ate os primeiros procariontes.
- O Arqueano inclui mais da metade de tempo da existência da terra. Suas rochas mais antigas são encontradas em alguns continentes. No começo o vapor de água da atmosfera inicial, começou a condensar nas depressões da superfície formando lagos e mares. (na verdade estas chuvas eram pastosas e pesadas carregas de nutrientes químicos, completamente diferentes das chuvas atuais) tem se assim a erosão, pois antes desse período a terra estava ainda em formação e o seu calor não permitia que a água da chuva chegasse a superfície da crosta incandescente. O estudo dos terrenos do em basamento foram mais aprofundados na América do Norte e na Escandinávia. A distribuição geográfica dos principais escudos e a seguinte:
I - Fino-Escandinavo
II - Siberiano
III - Canadense ou Laurentides
IV - Sul-Africano ou Proto-Afrides
V - Guiano ou Orinocoano
VI - Brasileiro ou Brasília
VII - Patagonico
As rochas mais características desse período são: granitos, dioritos, gnaisses basaltos, riolitos, gabros, calcários e grafitas. No decorrer do Arqueano os terrenos do embasamento foram perturbados pelas revoluções laurenciana e algomaniana. Tem-se que a mais antiga seja a Brasílica, ocorrida no Brasil. Os terrenos arqueanos afloram em 1/3 do território, constituindo os seguintes escudos:
I - Escudo das Guianas
II - Escudo Boreo-Brasilia
III - Escudo Austro-Brasilia
IV - Pequenos Núcleos
A ) Gurupi
B ) Bolivio-Mato-grossense
C ) Goiano-Mato-grossense
D ) Sul-Rio-grandense
Do ponto de vista da geologia econômica encontramos alguns afloramentos de cristal de rocha, pedras coradas, grafita, ouro, calcário, hilmenita, torio, columbita, mica, manganês e monazita. Não podemos também esquecer o valor das rochas arqueanas com material de construção e para estatuária.
PROTEROZÓICO
* - É o período da historia da terra que começou a 2,5 bilhões de anos e terminou a 544 milhões de anos. Muitos dos eventos da historia da terra e da vida ocorreram durante o proterozóico, os continentes se estabilizaram, os primeiros fosseis abundantes de organismos unicelulares surgiram nesta época. No proterozóico médio veio a primeira evidencia de oxigênio surgindo a partir de seres fotossintetizantes para atmosfera substituindo o gás carbônico que apartir dai surgem os eucariontes e seres superiores multicelulares. As bactérias não se adaptam ao novo ambiente e foram extintas, por isso no proterozóico e observado a primeira grande extinção .
Compreende terrenos que estão logo acima do arqueano. Do ponto de vista paleogeografico e difícil estabelecer exatamente os contornos dos antigos terrenos proterozóicos. Estes foram arrasados restando somente as camadas mais resistentes ou as que estavam encaixadas em rochas arqueanas. O proterozóico tem grande importância econômica no Brasil devido à riqueza mineral que encerra nos seus terrenos, tais como ferro, ouro, manganês, níquel, chumbo, prata, diamante. As jazidas de ferro em minas, de manganês na serra do Navio, no Amapá e Urucum no Mato Grosso.
No mundo existem localidades com sedimentos do proterozóico, como no monte de ediacara onde em 1946 na Austrália onde fosseis de animais mais antigos foram descobertos. Escala de Nopah - a rocha sedimentar mais antiga de 1,5 bilhões de anos no Sul da Califórnia com alguns depósitos mais recentes ricos em estromatolitos.
A primeira poluição global sua crise se deu na terra aproximadamente 2,2 bilhões de anos. Em diversas partes do mundo encontramos evidencias da presença de óxidos do ferro em paleossolos (solo primitivo), onde ocorrem camadas vermelhas que contem óxidos de ferro, apontando um aumento razoavelmente rápido nos níveis do oxigênio. O oxigênio no arqueano era menos de 1% dos níveis atuais, mais aproximadamente 1,8 bilhões de anos, os níveis de oxigênio era aproximadamente 10% dos atuais e pode parecer estranho chamar isto de crise ou poluição, mas o oxigênio e um poderoso destruidor de compostos orgânicos, pois muitas bactérias foram destruídas pelo oxigênio. Os organismos tiveram que desenvolver métodos bioquímicos para reter o oxigênio, um destes métodos foi à respiração aeróbica ou impulsionadas por músculos.
Bibliografia - Historia Ecológica Da Terra - Maria Lea S. Labouriau
Dicionário geológico geomorfologico - Antônio Teixeira Guerra
Revista National Geographic
TEORIA DA TECTÔNICA DE PLACAS

Foto:marlivieira.blogspot.com/2009/05/teoria-da-de...
Em 1620 o inglês Sir Francis Bacon registrava similaridade entre o contorno litorâneo da África ocidental e do leste da América do Sul. Em meados do século XIX surgia a tese de que os dois continentes possuíam um passado comum. O alemão Alfred Wegener formulou, em 1912, a Teoria da Deriva Continental, baseando-se em algumas evidências fósseis e semelhança entre as estruturas de relevo. Ele postulou a unidade das massas continentais no passado (Pangéia), que teriam depois se fragmentado e afastado umas das outras, conformando os continentes e bacias oceânicas atuais.
A genialidade da intuição de Wegener decorre da ausência de meios científicos, na sua época, para a validação da idéia da deriva dos continentes. Entretanto, justamente esse fato transformou-o, por muito tempo, num incompreendido. A ausência de um mecanismo aceitável para justificar o movimento de massas continentais “sufocando” assoalhos oceânicos condenou a nova teoria à marginalidade. O arcabouço científico para a Teoria da Deriva Continental só iria se desenvolver muito mais tarde. O estudo detalhado do fundo dos oceanos, iniciando com o uso do sonar na Segunda Guerra Mundial e intensamente desenvolvido nas últimas décadas, finalmente forneceu uma explicação plausível para a “migração” das massas continentais (Magnoli e Araújo, 1997).
A Terra está dividida em placas relativamente finas (podendo ou não conter continentes), cada qual comportando-se como uma unidade mais ou menos rígida, que movimenta-se uma em relação à outra. Sabe-se hoje em dia que os continentes se movem. Acredita-se que há muitos milhões de anos, todos estavam unidos em um único e gigantesco continente chamado PANGÉIA. Este teria se dividido em fragmentos, que são os continentes atuais. Foi o curioso encaixe de quebra- cabeça entre a costa leste do Brasil e a costa oeste da África que deu origem a esta teoria, chamada de DERIVA CONTINENTAL.
Fonte: Apostila da Universidade do Rio de Janeiro. Prof. Luiz Carlos Bertolino, 2005
Constituição Interna da Terra
Medições geoquímicas elementares da massa, volume e momento de inércia da Terra indicam que a densidade de seus materiais cresce de fora para dentro, alcançando um valor da ordem de 13 g/cm perto do centro. As velocidades das ondas sísmicas dão-nos uma idéia detalhada quanto à distribuição dos materiais no interior. Assim haveria uma crosta com uma espessura média de 35 km sob os continentes e 7 km sob os oceanos; um manto que se estende à metade da distância até o centro; um núcleo líquido ocupando cerca de dois terços
Fonte: Apostila da Universidade do Rio de Janeiro. Prof. Luiz Carlos Bertolino, 2005
Origem da Terra

força da gravidade, os elementos químicos mais pesados como o ferro e o níquel, concentraram-se no seu centro enquanto os mais leves, como o silício, o alumínio e os gases, permaneceram na superfície. Estes gases foram, em seguida, varridos da superfície do planeta por ventos solares.
Assim, foram separando-se camadas com propriedades químicas e físicas distintas no interior do Globo Terrestre. Há cerca de 4,4 a 4,0 bilhões de anos, formou-se o NÚCLEO - constituído principalmente por ferro e níquel no estado sólido, com raio de 3.700 km. Em torno do núcleo, formou-se uma camada - o MANTO – que possui 2.900 km de espessura, constituída de material em estado pastoso, com composição predominante de silício e magnésio. Em torno de 4 bilhões de anos atrás, gases do manto separam-se, formando uma camada de ar ao redor da Terra - a ATMOSFERA. Finalmente, há aproximadamente 3,7 bilhões de anos, solidificou-se uma fina camada de rochas - a CROSTA. A crosta não é igual em todos os lugares. Debaixo dos oceanos, ela tem mais ou menos 7 km de espessura e é constituída por rochas de composição semelhante à do manto.
Fonte: Apostila da Universidade do Rio de Janeiro. Prof. Luiz Carlos Bertolino, 2005
domingo, 12 de julho de 2009
Download - Documentário: Planeta Terra - O Futuro Legendado
Sinopse
Esta série de três episódios apresenta especialistas discutindo as questões ambientais e de conservação, e questiona quanto do mundo revelado em “Planeta Terra” voltará a ser visto. Com contribuições de eminentes cientistas, teólogos e conservacionistas, incluindo Jonathan Porritt, E.O. Wilson, Tony Juniper, Sir David Attenborough e o Arcebispo da Cantuária, a série analisa a crise ambiental do planeta e examina quais poderão ser as soluções, caso existam.
Uma Verdade Inconveniente
THC - O Universo-Coleção Completa - 14 Episódios

Episódio 01 : Além do Big Bang
Episódio 02 : Segredos do Sol
Episódio 03 : Marte, O Planeta Vermelho
Episódio 04 : A Lua
Episódio 05 : Mercúrio e Vênus, Os Planetas Interiores
Episódio 06 : Júpiter, O Planeta Gigante
Episódio 07 : Vida e Morte de uma Estrela
Episódio 08 : Espaçonave Terra
Episódio 09 : Saturno, O Senhor dos Anéis
Episódio 10 : Os Planetas Exteriores
Episódio 11 : Fim da Terra
Episódio 12 : Galáxias Distantes
Episódio 13 : Os Lugares mais Perigosos do Universo
Episódio 14 : A Procura pelo ET
Tamanho do Arquivo: 350 MB/Episódio
Qualidade do Vídeo: DVDRipIdioma do Áudio: Português ( dublado )
Download – Abalos Terrestres: A Vingança do Vulcão

domingo, 5 de julho de 2009
HOME

domingo, 21 de junho de 2009
Geologia Geral
Todos os materiais e ilustrações aqui apresentados são para fins não comerciais, e têm como objectivo, esclarecer alunos e professores de algumas dúvidas sobre o tema abordado.
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Tsunami, O Segredo das Ondas Gigantes

terça-feira, 16 de junho de 2009
Download BBC The Blue Planet Legendado-documentarios
Discovery Chanell - Tudo Sobre Vulcões - DVDRip[ Rmvb ]- Dublado

Download:
BBC Planet Earth
BBC - Mundos Perdidos, Vidas Desaparecidas

sexta-feira, 12 de junho de 2009
HOME - O Mundo é a nossa casa
terça-feira, 9 de junho de 2009
HOW THE EARTH WAS MADE

O DIA EM QUE A TERRA PAROU
BIOGRAFIA DA TERRA

QUANDO OS DINOSSAUROS REINAVAM NA TERRA

O PODER DO PLANETA TERRA

domingo, 7 de junho de 2009
Painel geológico vai incentivar turismo em Tibagi

O painel geológico de Tibagi, na região dos Campos Gerais, será inaugurado pela Mineropar no próximo dia 18 de março, data de aniversário do município.
O local escolhido é o mirante do Rio Tibagi, obra também a ser entregue no mesmo dia pela prefeitura. Mais dois painéis serão inaugurados no mesmo dia no Parque Estadual do Cânion Guartelá: um sobre o cânion e outro sobre pinturas rupestres.
O painel de Tibagi mostra um panorama das formações geológicas que ocorrem no município e como se formaram suas principais atrações turísticas naturais, como o Cânion Guartelá, a Serra da Pedra Branca, o Salto Santa Rosa e a cachoeira Puxa Nervos, detalhes sobre fósseis que ocorrem na região, o Rio Tibagi e a história do diamante.
A Mineropar distribuirá, também, folhetos feitos em parceria com a Secretaria de Estado de Turismo do Paraná (Setu), que contêm as informações dos painéis. Os folhetos e os painéis são produtos do projeto Geoturismo na Rota dos Tropeiros do Paraná.
Com base nesses materiais, a Mineropar realizará um minicurso de dois dias sobre a geologia de Tibagi, em março, em parceria com as Secretarias de Educação e Turismo do município, destinado à rede de professores municipais e aos condutores de turismo.
GEOTURISMO
A Mineropar já instalou 37 painéis geológicos em 17 áreas, distribuídos em vários municípios do Paraná, sem contar os que serão entregues em Tibagi. Esses painéis fazem parte da atividade Levantamento de Sítios Geológicos e Paleontológicos, iniciada pela empresa, em 2003.
Segundo o coordenador da atividade, geólogo Gil Piekarz, o trabalho de implantação de painéis e folhetos pela Mineropar foi decisivo para a integração entre geologia e turismo no Paraná. “Hoje o termo geoturismo, amplamente utilizado em outros países, começa a se tornar em voga no Paraná e no Brasil, com a conseqüente valorização da geologia como um potencial produto turístico”, afirma Piekarz.
Na geoconservação, ele destaca os tombamentos realizados pela Secretaria de Estado da Cultura do Paraná, partindo da proposição da Mineropar, dos primeiros afloramentos rochosos no Estado – as Estrias Glaciais de Witmarsum, em Palmeira, e uma pequena pedreira em Coronel Vivida, que guarda os vestígios do impacto de um astroblema (cratera provocada pelo impacto de um corpo celeste que colidiu com a Terra).
Este ano, a atividade Levantamento de Sítios Geológicos e Paleontológicos do Paraná será concentrada em roteiros geoturísticos, principalmente em Almirante Tamandaré, Colombo, Campo Magro, São José dos Pinhais e Curitiba, além de outros planejados como os de Tibagi, Witmarsum, Prudentópolis e Vila Velha.
Cratera de impacto é transformada em sítio geológico no Paraná

[17/12/2006] A cratera de impacto de Vista Alegre, no Paraná, descoberta em 2004, pelo professor Álvaro Penteado Crósta, do Instituto de Geociências, acaba de ser transformada em um sítio geológico voltado para o turismo e para a divulgação científica. Ao lado de pontos históricos consagrados no Paraná, como o Parque Nacional de Iguaçu que abriga as Cataratas do Iguaçu, o Parque de Vila Velha e a Unidade de Conservação da Ilha do Mel, a cratera de Vista Alegre também recebeu o reconhecimento da Mineropar – Minerais do Paraná, empresa estatal que regula as ações na área de geologia e recursos minerais naquele estado. Uma cratera de impacto consiste nas marcas deixadas na superfície dos planetas pelo impacto de corpos celestes, como asteróides, meteoritos ou cometas. A solenidade aconteceu sábado (16) , em Vista Alegre, com a presença do professor Álvaro Crosta; de Eduardo Salamuni, diretor-presidente da Mineropar-Minerais do Paraná e o prefeito de Coronel Vivida, Pedro Mezzomo.
Mineropar lança em Foz mapa geológico do Sudoeste do Paraná
Mineropar lança em Foz mapa geológico do Sudoeste do Paraná
A Mineropar lança nesta quarta-feira (9), em Foz do Iguaçu, o Mapeamento do Terceiro Planalto do Paraná / Formação Serra Geral (Sudoeste do Paraná). Será durante o 4º Simpósio de Vulcanismo e Ambientes Associados. A Mineropar é uma das empresas e órgãos públicos que apóiam o evento. O trabalho desenvolvido pela Mineropar permitiu a sistematização e a organização do conhecimento geológico da região Sudoeste do Paraná, na fronteira com a Argentina e divisa com Santa Catarina. Segundo o diretor-presidente da empresa, Eduardo Salamuni, o Estado conta agora com um poderoso instrumento de fomento à pesquisa mineral e oferece aos investidores um trabalho confiável e orientador de estratégias a médio e longo prazos. “É uma iniciativa que, sem dúvida, promove um impacto socioeconômico muito positivo para o Paraná”, avalia. O mapeamento da Serra Geral pode ser encontrado em livro - Geologia e Recursos Minerais do Sudoeste do Estado do Paraná - e em meio digital. As informações de superfície da região Sudoeste foram atualizadas e incorporadas ao mapa geológico e ao mapa de recursos minerais, estruturados em Sistema de Informações Geográficas (SIG). Para atingir os objetivos do mapeamento, foram realizados trabalhos de mapeamento geológico, coleta de amostras, estudos petrográficos e análise química de amostras de rochas e sedimentos ativos de corrente, além de fotografias aéreas e de imagens de satélite, complementadas com estudos geofísicos e confecção de modelo digital do terreno. O mapeamento da Serra Geral foi realizado com o apoio do Ministério de Minas e Energia, por meio da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral (SGM), Serviço Geológico do Brasil – CPRM, e do governo do Paraná, por intermédio da Secretaria de Estado da Indústria, do Comércio e Assuntos do Mercosul (SEIM) e da Mineropar. SIMPÓSIO – O 4º Simpósio de Vulcanismo e Ambientes Associados, promovido pela Sociedade Brasileira de Geologia (SBG), começou nesta terça-feira, 8, e vai até sábado (11). O lançamento do mapeamento geológico do Sudoeste do Paraná, feito na escala 1:200.000, ocorrerá nesta quarta-feira (9), às 20h, no Hotel Bella Itália. De acordo com a SBG, o evento é uma reunião científica e tem como objetivo a integração científica entre pesquisadores da área, nacionais e internacionais, relacionando os mais recentes conhecimentos das estruturas e texturas das rochas vulcânicas. Ainda segundo a SBG, a abrangência deste simpósio envolve discussões que permeiam, não só os aspectos científicos dos eventos vulcânicos, como da sua importante contribuição econômica quando relacionados à concentração de depósitos minerais.(Agência Estadual de Notícias)










